Descrição
Em janeiro de 1973, o Zeppelin tava no meio da turnê do mítico “Led Zeppelin IV” — o disco que botou o mundo de joelhos com hinos como “Stairway to Heaven”, “Black Dog” e “Rock and Roll”. Agora, imagina ouvir “Stairway” ao vivo, com só 2.500 sortudos dentro do Old Refectory, o antigo refeitório da universidade, enquanto a banda entregava uma das performances mais intimistas e insanas da carreira. Pura mágica!
Mas o que torna esse pôster uma lenda não é só o show — é o escândalo que ele causou. O design trazia dois oficiais alemães da Segunda Guerra Mundial e uma mulher com ligas, num daqueles visuais provocativos que só os anos 70 poderiam parir. Não tinha suástica nem nada explícito, mas o suficiente pra deixar o empresário Peter Grant cuspindo fogo. Diz a lenda que o cara passou o dia arrancando os pôsteres pessoalmente pelas paredes do campus e jogando tudo no lixo. A banda? Nem aí!
Só que o tiro saiu pela culatra — essa treta toda fez o pôster se tornar uma das peças mais raras e desejadas entre colecionadores. Impresso provavelmente em novembro de 1972, ele anunciava a venda de ingressos por míseras 1 libra — um preço que o próprio Peter Grant insistiu em manter acessível pra manter o espírito do rock vivo, mesmo com o Zeppelin já sendo a maior banda do planeta.
Pra completar a mística, esse pôster ainda foi fotografado e publicado no livro “Led Zeppelin: The Concert File” de Dave Lewis — um dos maiores registros da história da banda.
Se você é daqueles que coleciona não só arte, mas atitude e história, essa peça tem que estar na sua parede. Não é só um pôster — é um pedaço do espírito rebelde que fez do Zeppelin a maior banda de rock de todos os tempos.
Coisa fina, rara e cheia de significado. Aquela pedrada pra quem vive o rock além do som.






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