Descrição
A banda tava rodando os EUA com a turnê do “Houses of the Holy”, que tinha acabado de sair do forno, trazendo clássicos como “The Song Remains the Same”, “Over the Hills and Far Away” e “D’yer Mak’er”. O Zeppelin não tava mais brincando de banda promissora — era a maior banda de rock do mundo, sem discussão.
Aquela noite em Jacksonville foi daquelas que fazem o tempo parar. A galera ficou hipnotizada com “Stairway to Heaven”, explodiu com “Whole Lotta Love” e sentiu o peso cósmico de “No Quarter” atravessando o Coliseum. Sem set acústico, sem respiro — só pancada sonora, do começo ao fim.
O pôster em preto e branco é puro charme vintage, com todas as informações do show: data, horário e local. Simples, direto, sem firula — porque o Zeppelin não precisava de mais nada além do nome pra lotar qualquer lugar. E lotou mesmo.
O Jacksonville Coliseum foi palco de noites lendárias entre 1960 e 2003, mas poucas delas devem ter chegado perto da energia que rolou naquele 7 de maio. Quem teve a moral de segurar um ingresso naquela época, guardou como um troféu sagrado.
Essa tour de 1973 foi tão absurda que parte dela acabou eternizada no filme “The Song Remains the Same”. E esse pôster é daqueles que quase nunca aparecem por aí — uma cápsula do tempo da era em que o Zeppelin era intocável.
Se você respira Zeppelin e rock’n’roll como religião, essa peça tem que estar na sua parede. Mas não vacila — coisa fina assim desaparece mais rápido que o solo do Jimmy Page em “Heartbreaker”.






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